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03/11/09 : Projecto Nascentes para a Vida - Protocolo entre a APENA, o GEOTA e a EPAL
Nascentes para a Vida
Um projecto para a qualidade da vida e da água em Castelo de Bode
Em 1976 o Conselho da Europa lançou uma campanha denominada “Água igual a Vida”. Hoje não só este slogan mantém toda a sua actualidade com pode até ser reformulado em “Vida igual a Água”. É este o fundamento da adesão da EPAL ao Programa “Business and Biodiversity” materializado no projecto “Nascentes para a Vida” materializado num protocolo estabelecido com o ICNB, o GEOTA e a APENA.
Esse projecto, mais do que apenas uma contribuição financeira para estudos e acções práticas de promoção da biodiversidade pretende constituir uma fonte de mais valias empresariais e sociais envolvendo a defesa e promoção da qualidade da água da mais importante fonte e reserva da empresa, como o desenvolvimento de regras de boas práticas que garantam a continuação dos resultados obtidos e a sua generalização a todos os gestores da bacia da albufeira e, desejavelmente, a outras albufeiras.
Em que é que consiste este projecto?
Essencialmente em quatro grandes grupos de actividades:
1. Caracterização da bacia da albufeira em termos dos diferentes usos e factores de degradação, com particular atenção às linhas de água afluentes. Particular interesse assume o sub-projecto “Watershed Watch” que envolverá o levantamento de toda a envolvente da albufeira a ser realizado por jovens integrados em projectos escolares ou actividades de associações locais.
2. Desenvolvimento de um conjunto de ensaios sobre práticas de gestão do uso do solo com vista à prevenção de incêndios e à resposta imediata após os incêndios para a prevenção da erosão. Identificação de práticas de gestão do coberto vegetal que promovam a diversidade florística e faunística prevenindo a erosão e promovendo uma melhor regulação dos caudais afluentes à albufeira em termos da sua quantidade, distribuição temporal e qualidade.
3. Identificação de técnicas de gestão das linhas de água afluentes que, simultaneamente permitam a recuperação do seu coberto vegetal e a reactivação das suas funções biológicas, garantindo, ao mesmo tempo uma elevada capacidade de retardamento do escoamento torrencial e da decorrente erosão.
4. Realização de workshops, cursos e acções de divulgação e demonstração dos resultados, formação técnica dos donos e gestores dos terrenos envolventes da albufeira, assim como das autoridades e técnicos autárquicos e dos serviços centrais responsáveis. Publicação de manuais de boas práticas.
Com este projecto, a decorrer até 2011 pretende a EPAL dar uma contribuição para uma gestão mais adequada das bacias das albufeiras e contribuir positivamente para uma cooperação mutuamente benéfica entre os donos dos terrenos dessas bacias e as entidades que gerem as albufeiras em todas as suas vertentes.
É exactamente esta gestão dos usos e, em particular, a recuperação da vegetação natural de muitas áreas abandonadas e das linhas de água que pretende contribuir positivamente para a diversidade e, através da sua acção de física, química e biológica, melhorar a qualidade da água e regular o seu afluxo à albufeira. Daí: “Vida igual a Água”.
[Submetido por João Paulo Fer]
Um projecto para a qualidade da vida e da água em Castelo de Bode
Em 1976 o Conselho da Europa lançou uma campanha denominada “Água igual a Vida”. Hoje não só este slogan mantém toda a sua actualidade com pode até ser reformulado em “Vida igual a Água”. É este o fundamento da adesão da EPAL ao Programa “Business and Biodiversity” materializado no projecto “Nascentes para a Vida” materializado num protocolo estabelecido com o ICNB, o GEOTA e a APENA.
Esse projecto, mais do que apenas uma contribuição financeira para estudos e acções práticas de promoção da biodiversidade pretende constituir uma fonte de mais valias empresariais e sociais envolvendo a defesa e promoção da qualidade da água da mais importante fonte e reserva da empresa, como o desenvolvimento de regras de boas práticas que garantam a continuação dos resultados obtidos e a sua generalização a todos os gestores da bacia da albufeira e, desejavelmente, a outras albufeiras.
Em que é que consiste este projecto?
Essencialmente em quatro grandes grupos de actividades:
1. Caracterização da bacia da albufeira em termos dos diferentes usos e factores de degradação, com particular atenção às linhas de água afluentes. Particular interesse assume o sub-projecto “Watershed Watch” que envolverá o levantamento de toda a envolvente da albufeira a ser realizado por jovens integrados em projectos escolares ou actividades de associações locais.
2. Desenvolvimento de um conjunto de ensaios sobre práticas de gestão do uso do solo com vista à prevenção de incêndios e à resposta imediata após os incêndios para a prevenção da erosão. Identificação de práticas de gestão do coberto vegetal que promovam a diversidade florística e faunística prevenindo a erosão e promovendo uma melhor regulação dos caudais afluentes à albufeira em termos da sua quantidade, distribuição temporal e qualidade.
3. Identificação de técnicas de gestão das linhas de água afluentes que, simultaneamente permitam a recuperação do seu coberto vegetal e a reactivação das suas funções biológicas, garantindo, ao mesmo tempo uma elevada capacidade de retardamento do escoamento torrencial e da decorrente erosão.
4. Realização de workshops, cursos e acções de divulgação e demonstração dos resultados, formação técnica dos donos e gestores dos terrenos envolventes da albufeira, assim como das autoridades e técnicos autárquicos e dos serviços centrais responsáveis. Publicação de manuais de boas práticas.
Com este projecto, a decorrer até 2011 pretende a EPAL dar uma contribuição para uma gestão mais adequada das bacias das albufeiras e contribuir positivamente para uma cooperação mutuamente benéfica entre os donos dos terrenos dessas bacias e as entidades que gerem as albufeiras em todas as suas vertentes.
É exactamente esta gestão dos usos e, em particular, a recuperação da vegetação natural de muitas áreas abandonadas e das linhas de água que pretende contribuir positivamente para a diversidade e, através da sua acção de física, química e biológica, melhorar a qualidade da água e regular o seu afluxo à albufeira. Daí: “Vida igual a Água”.
[Submetido por João Paulo Fer]

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